Recurso

Seu agente faz as capturas. Você aprova.

Resumo. O Mokbi vem com um servidor MCP. Aponte o Claude Code, o Cursor ou qualquer outro agente compatível com MCP para ele e o agente abre o seu app em um emulador, percorre os fluxos combinados, troca o idioma do app e captura cada tela em cada idioma. O resultado fica pronto no seu projeto do Mokbi. Nada entra no seu design, e nada chega a uma loja, até você clicar em aplicar.

Por que isso existe

Capturas localizadas são a parte que ninguém termina. Vinte idiomas significam vinte passagens pelo seu próprio app, em um aparelho configurado num idioma que talvez você nem leia, com uma ferramenta de captura na outra mão. Por isso a maioria das fichas publica capturas em inglês em todo lugar, ou as mesmas cinco imagens do dia do lançamento. Seu agente já está com o repositório aberto e já sabe rodar um build. Isto dá a ele o último trecho: as capturas de verdade, nos idiomas de verdade, exatamente nos tamanhos que as duas lojas exigem.

Como é uma rodada

  1. Seu agente lê o seu app. Ele propõe quais telas contam a sua história, e em que ordem. Você corrige no chat, com as suas palavras.
  2. Primeiro um idioma. O agente percorre o fluxo uma vez e mostra o que capturou, então um toque errado custa uma rodada em vez de vinte.
  3. Depois cada idioma que você escolheu. Ele troca o idioma do app em cada um, repete o mesmo caminho e captura cada tela.
  4. O conjunto chega ao Mokbi. Ele aparece em "Do seu agente" no editor, com um plano de qual captura vai em qual painel. Você aplica com um clique, e um Ctrl+Z tira tudo de volta.
  5. Se quiser, já com design. Se o agente enviar um briefing curto sobre o seu app, o painel oferece "Aplicar e criar o design": a mesma rodada do AI Designer do botão laranja, pelo mesmo preço de 2 créditos.

A captura roda na sua máquina

O servidor MCP tem duas metades e só uma fala com a gente. A captura é local: ela controla por adb um emulador Android na sua própria máquina, e o seu código-fonte, o seu build e o aparelho nunca tocam os nossos servidores. A metade remota faz uma coisa só — deixar as imagens prontas no seu projeto, atrás de um token que você cria no editor e pode revogar lá mesmo. Esse token não publica em loja nenhuma e não gasta dinheiro.

Duas checagens em cada conjunto

Uma rodada que em silêncio captura vinte vezes o mesmo idioma parece um sucesso e estraga uma ficha. Por isso duas coisas são verificadas:

  • O idioma mudou mesmo. Depois de definir o idioma, o servidor lê de volta o que o aparelho informa. Se discordar, a rodada para e avisa você.
  • Dois idiomas não podem ficar idênticos. Telas idênticas significam que o seu app não está traduzido para aquele idioma. O limite é medido, não chutado: duas passagens do mesmo idioma diferem 0,00%, inglês britânico contra americano 1,44%, holandês 5,10%, japonês 17,09%. Qualquer coisa abaixo de 1% é sinalizada, com a barra de status e a de navegação de fora, porque elas mudam entre as passagens e não dizem nada sobre tradução.

As capturas são o começo, não o fim

A mesma conexão deixa o seu agente escrever os textos da loja dentro dos limites de caracteres de cada uma, traduzir as legendas das suas capturas e informar o que ainda falta por idioma e por loja. Você revisa tudo no Mokbi, onde ficam a conexão com as lojas e as verificações de publicação.

O que ele não faz

  • Ele não publica. Publicar acontece no Mokbi, com o seu clique e com as verificações que as duas lojas exigem.
  • Ele não edita o seu design. O agente deixa pronto; você aplica. É por isso que uma aba do editor aberta nunca sobrescreve o que o seu agente entregou.
  • Ele não testa o seu app. Se um fluxo esbarrar num bug, você vai saber — consertar é com você.
  • A captura no iOS ainda não está aí. Ela precisa do macOS e vem à parte. Hoje a captura é Android.

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